31/3/07
SABEDORIA
A sabedoria de um homem não consiste na quantidade de diplomas que tem pendurados em sua casa, mas, sim em reconhecer como senhor de sua vida, Jesus que em uma cruz foi pendurado .
FLÁVIO NERES.
A sabedoria de um homem não consiste na quantidade de diplomas que tem pendurados em sua casa, mas, sim em reconhecer como senhor de sua vida, Jesus que em uma cruz foi pendurado .
FLÁVIO NERES.
ADRIANA GARCIA.
Há alguns anos atrás, quando tive minha primeira filha (hoje com 13 anos) passei por uma fase muito dificil, tive depressão pós parto que no inicio era só uma vontade de chorar por motivos banais. Os dias foram passando e aquilo foi se agravando, minha mãe (que sempre esteve do meu lado) começou a perceber, que havia algo mais que depressão, pois eu estava ficando violenta e falava em determinados momentos como se fosse outra pessoa.
Ela então resolveu me levar no centro de umbanda onde ela freqüentava, o pai de santo falou para ela que era trabalho feito e que havia vários espiritos me acompanhando, mas que não se preocupasse que ele ia retirar, e que depois eu teria que desenvolver, pois segundo ele eu era média.
Depois de passar uma relação enorme de material que seria necessário, minha mãe e meu marido pediram ajuda financeira para meus familiares e providenciaram tudo, após passar por várias sessões e não obter êxito, minha mãe resolveu me levar ao espiritismo, e cada vez eu ficava pior, minha família não sabia mais o que fazer, me levaram para a Igreja dos Mórmons, para a Igreja Universal mas, eu só piorava, fiquei completamente dependente da minha mãe, do meu marido e de meus irmãos (para tomar banho, comer etc…) nesse período eles resolveram me levar ao pisquiatra, ele falou para minha mãe que eu tinha que ser internada em um hospital psiquiatrico e tomar remédio controlado, graças a Deus minha mãe não aceitou e disse que cuidaria de mim em casa.
Comecei a receber visitas de uma vizinha que era evangélica e estava desviada, e de minha avó (mãe de minha mãe) que de vez em quando freqüentava a Assembléia de Deus, ela trouxe um novo testamento e começou a ler para mim todas as vezes que me visitava, minha mãe começou a perceber que sempre que elas estava próximas eu ficava bastante calma, foi ai que ela pediu para minha avó passar um tempo conosco, como elas tinham conhecimento da palavra de Deus estavam sempre orando e intercedendo por mim.
Naquela época eu não tinha noção dos projetos de Deus para mim, foram os três piores meses da minha vida, onde eu pude ver nitidamente as trevas, sofri muito e minha família sofreu junto comigo. Por falta de entendimento ainda fiquei um ano freqüentando a umbanda pois acreditava que eles tinham me ajudado, mas continuei com aquele sentimento de vázio e resolvi me afastar.
Há dois anos e meio atrás, estava falando com uma amiga de trabalho (que Deus colocou no meu caminho) sobre um problema de saúde que minha cunhada estava passando, e que estava me deixando muito abalada, então ela começou a me falar do amor de Deus, que eu tivesse fé que ela ia ficar boa. Começamos a orar e interceder por ela, nesse intervalo ela me convidou para visitar a igreja e eu prontamente aceitei o convite, e fui muito bem recebida, pude sentir ali verdadeiramente o amor, em cada pessoa que se dirigia a mim e dizia seja ben-vinda, era como se eu estivesse no céu, não via a hora do pastor fazer o apelo para que eu pudesse levantar a mão.
Hoje para honra e glória do senhor, meu marido, meus filhos, minha mãe e três dos meus cinco irmãos aceitarão Jesus e estão firmes no caminho do senhor.
Hoje eu sei que o senhor esteve em todo o tempo comigo, me guardando com sua mão de poder, por que "o filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido" (Lc 19:10).
Por isso eu agradeço a Deus todos os dias pela sua misericórdia para comigo, e um desejo arde em meu coração, de cumprir a sua ordenança: "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15).
A irmã Adriana Garcia se congrega na Igreja Batista Filadélfia Renovada.
(obs) Todo o texto está de acordo com o original.